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Napoleão Falcão ministra no Gideões e mostra para o povo o verdadeiro significado da palavra RE-TE-TÉ

No dia 25 deste mês, 3º dia do congresso Gideões 2016, Napoleão Falcão ministra a palavra de Deus e mostra para o povo o verdadeiro significado da palavra RE-TE-TÉ e diz que púlpito não é lugar de usar esse palavreado,

Conforme noticia de 26 de abril de 2013 no site Gm
noticias, a conselheira de casais e blogueira Dani Marques publicou um artigo em que o reteté é comparado aos rituais de religiões de matriz africana, como candomblé e umbanda, por exemplo.

A comparação se dá pelo fato de haverem, em algumas situações, rituais que muito se assemelham aos das religiões mencionadas. Em seu texto, Dani faz uma breve introdução sobre o assunto, antes de discorrer sobre a comparação e criticar tais práticas.

-As manifestações do Espírito precisam obrigatoriamente vir acompanhadas de “reteté”? Bom, já tive as minhas experiências sobrenaturais, mas acho preocupante a maneira como muitos cristãos lidam com essa questão. Alguns são tão dependentes das chamadas “manifestações do Espírito”, que chegam a acreditar que Deus não esteve presente ou não agiu quando elas não acontecem. Desculpe, mas tenho que dizer que isso não condiz com a Palavra. A maior evidência de que um indivíduo está cheio do Espírito, é quando manifesta em sua vida o caráter de Cristo e não quando sapateia, dança, grita e rodopia. A plenitude do Espírito Santo é uma ordem de Deus e não é privilégio de alguns, mas de todos os que creram e receberam Jesus em suas vidas, diz a Palavra. O Espírito Santo habita em nós 24 horas por dia e 7 dias por semana, e não precisa ser invocado para se manifestar. O mover e as manifestações acontecem à todo momento na vida da pessoa que caminha em verdadeira comunhão com Deus – conceitua a blogueira.

Por testemunhar pessoalmente, segundo o texto, cultos em que o “reteté” pautou a ordem litúrgica, Dani condena os excessos que muitas vezes acontecem em igrejas evangélicas pentecostais: “Já presenciei manifestações no meio evangélico semelhantes às reuniões de umbanda e candomblé, repletas de rituais, invocações, frases prontas, mantras, danças e movimentos que mais se assemelham a incorporações. Cheguei a ouvir uma pessoa dizendo: ‘Tô vendo aqui na igreja a mesma coisa que via lá no espiritismo’”, relata a blogueira, que completa citando outras práticas estranhas ao Novo Testamento: “Sem contar as ‘bizarrices’ que encontramos por aí: paletó que derruba gente, fogueira santa, bota de cobra piton para pisar no diabo, mão gigante para ser tocada, anjos massageadores, unção do leão, do pião e por aí vai… Para essas pessoas, a fé pura e simples não é suficiente, por isso constroem seus próprios ‘bezerros de ouro’. Elas precisam tocar, sentir e ver! Esquecem que a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”, observa, fazendo referência ao “cair no espírito”, outro fenômeno pentecostal contemporâneo.

Citando a carta do apóstolo Paulo aos Gálatas, Dani Marques ressalta que os efeitos da Palavra de Deus são outros: “O andar no Espírito está muito longe disso: ‘Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei… Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito’. Gálatas 5:22-25”

Com informações de noticias.gospelmais.com.br
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