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Os Ministros do evangelho e a política

Cientistas políticos e o povo brasileiro em geral, estão compartilhando um vasto conjunto de concepções impregnadas de noções equivocadas, parciais e preconceituosas, mas também eivadas de verdade; e, sobretudo a imprensa afirmou que a eleição realizada neste ano no Brasil foi a mais renhida de todos os tempos, quando candidatos foram aos debates na televisão, onde fizeram uma verdadeira arena de batalha e ataques, inclusive pessoais.

É o que nos espanta fora as manifestações observadas, principalmente nas redes sociais de Ministros do Evangelho (Pastores, padres, e outros ministros...), por isso então filosofei, sobre este apaixonante tema, buscando entender porque representantes religiosos, participaram tão avidamente, e alguns até de forma deveras irônica e muito crítica, a ponto de ser observado ofensas pessoais por alguns “ministros” aos candidatos a Presidência da República.

Aristóteles, o filósofo grego de Estagira, asseverou que: “o homem é um ser político”, pelo fato de ser conferida ao ser humano a capacidade de julgar suas ações e de escolher seu próprio caminho na vida, e com exclusividade neste particular, escolher os seus governantes, como exercício pleno de sua liberdade, mesmo que se concorde com o que afirmou John Kenneth Galbraith: “A política é a arte de escolher entre o desastroso e o intragável”.

Jesus Cristo foi um político? Jesus tornou-se um grande “político revolucionário”, que rompendo com as autoridades, inicia o processo de revolução, como ato de mudança, estando ao lado dos menos favorecidos, dos desvalidos. Ele era contra toda espécie de violência, submetia-se às autoridades e somente falava sobre a salvação eterna.

Todavia, o contrário também acontece: há muitos ministros do Evangelho que consideram a nossa sociedade bastante razoável; pensam que as gritantes diferenças sociais e econômicas e todas as demais mazelas que acontecem na Nação Brasileira são dadas pela vontade de Deus.

Esta polêmica aconteceu na campanha eleitoral; uns representantes religiosos, quiçá, não querendo que alguma coisa seja modificada, outros apregoando mudanças a qualquer preço, e até àqueles que defendiam que a Bíblia é um livro que não toca em assunto de política.

Fazer politica é um direito importante para o pleno exercício da liberdade do cidadão cristão brasileiro. A Bíblia também não se cala, quando se trata da vida politica, inclusive do Ministro Evangélico:

“Sujeitai-vos a toda instituição humana. Quer seja ao rei, como soberano, quer às autoridades como enviadas por Ele”. I Pedro 2.13,14. 

O doutor dos gentios, Paulo diz:

“Não há governo que não proceda de Deus” e as autoridades que existem foram por Ele instituídas. Romanos 13.1.

O homem esclarecido é grato pelo governo, não o maldiz e ora por ele.

“Recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos que exercem autoridade”. I Timóteo 2.1,2).

O verdadeiro cristão, principalmente o ministro do Evangelho, reconhece suas obrigações e obediência a todas as leis em vigor. Sendo uma “instituição humana” o governo tem a capacidade influenciada pelo  ”príncipe deste mundo”, e precisa de poder para governar efetivamente, mas o poder corrompe, quanto mais poder mais corrupção.   Por causa de sua depravação humana pelo pecado, o homem está disposto a abusar do poder que possui por isso o poder político representa uma capacidade enorme, tanto para fazer o bem como para fazer o mal. É justamente por causa desta capacidade para fazer o mal, que o poder do Estado não é ilimitado, principalmente pela Lei maior que é a Constituição Federal. Somente Deus é soberano e absoluto e a proclamação do  seu Reino já demonstram aos poderes do Estado que o domínio deste é provisório e passageiro (I Co 15.24). Pode acontecer que obedecer  ao governo será resistir a Deus (Atos 4.19). E resistir ao governo pode ser feito por meios perfeitamente legais.

Finalmente, pelo exposto acreditamos ser necessário se fazer uma analise retrospectiva de todos os erros e acertos na participação e na campanha política recente, por parte de cada um de nós, Ministros do Evangelho, buscando acertos no sentido de uma participação efetiva nos acompanhamento dos programas de governo, pincipalmente da candidata reeleita. Muitos ministros do Evangelho, talvez no afã de ver seu respectivo candidato eleito, deixaram os reais fundamentos e princípios esposando na Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, e deram ouvidos a supostas “profecias” e prognósticos especulativos e não bíblicos, deixando de considerar que, não obstante a política tenha também a potencialidade de praticar o mal, contra às pessoas, e que os crentes como cidadãos  tenham o direito e a plena  liberdade de escolher seus governantes. Devem jamais esquecer que a soberania de Deus estende não só sobre a vida política; mas é também soberano absoluto dos reis e governantes da terra. (Apocalipse 1.5).

Conjecturar que todos os infortúnios ou toda felicidade que pode acontecer ao povo brasileiro está subordinado ao que os governantes podem ou não fazer, é desconhecer as verdades esculpidas na Bíblia Sagrada, como ensinou o Mestres dos Mestres Jesus:

“ Passará o céu e a terra, mas minhas palavras não hão de passar”. Mateus. 24 35.




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2 Responses to "Os Ministros do evangelho e a política"

  1. A justiça engrandece a nação,
    mas o pecado é uma vergonha
    para qualquer povo.
    Provérbios 14:34

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  2. A justiça engrandece a nação,
    mas o pecado é uma vergonha
    para qualquer povo.
    Provérbios 14:34

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