Ativistas prometem “guerra” ao “fundamentalismo religioso” e Pastor Marco Feliciano é alvo preferido

“Menos felicianos e mais direitos humanos”. Com essa e outras frases candidatos gays prometem uma verdadeira “guerra” contra o que chamam de “fundamentalismo religioso”. A referencia ao deputado Pastor Marco Feliciano (PSC/SP) aparece em quase 90% das propagandas destinadas a representatividade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis ou transexuais.

A antipatia ao líder assembleiano ganhou força após sua passagem pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados. Na época, apesar de não haver crime de opinião, Feliciano foi duramente criticado por opiniões interpretadas pelos ativistas como “homofóbicas e racistas”.

Nas propagandas do Partido Socialismo e Liberdade, partido do principal ativista gay em Brasília, deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), além das promessas buscando alcançar privilégios para o segmento homossexual, as propagandas mostram beijos entre pessoas do mesmo sexo e números sobre o que consideram um alto índice de homofobia no Brasil.

Entre os privilégios, os candidatos defendem que o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo seja colocado na Constituição Federal, através do novo Código Penal, que prevê apenas a união entre heterossexuais. Ano passado o Supremo Tribunal Federal (STF) obrigou o reconhecimento da união estável através da Resolução 175, de 14 de maio de 2013.

Os candidatos da causa gay também buscam o direito a adoção de crianças, com a garantia do registro civil da criança (certidão de nascimento) no nome dos LGBTs. Além do fim da nomenclatura pai e mãe com a justificativa de que constrange as crianças adotadas.

Um dos símbolos da causa LGBT no Brasil é a criminalização da homofobia. O PLC 122 é uma das leis que os ativistas prometem defender. O texto criminaliza a opinião contra a prática homossexual e pune até mesmo o discurso religioso contra a homossexualismo. 

Gospelprime com informações Folha de SP.
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