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Coronavírus coloca autoridades em alerta “Há potencial de difusão e mais casos globais”, diz Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos

Diante de uma doença com potencial surto global e de alta taxa de mortalidade que não possui vacinas ou medicamentos eficazes para seu tratamento, deveríamos nos preocupar com a Mers-CoV aqui no Brasil, especialmente com a chegada da Copa, mesmo sem termos registrados casos? De acordo com o Ministério da Saúde não há, no caso de Mers-CoV, uma medida específica a ser adotada. Em resposta ao Terra, o Ministério informou:

“O Ministério acompanha o curso da epidemia por meio de informações restritas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Especificamente sobre a Mers-CoV, o Ministério da Saúde repassa as orientações aos profissionais de saúde com as novas recomendações de tratamento dos pacientes com sintomas de coronavírus”. 


Ainda segundo o Ministério, desde 2011, juntamente com outros setores do Governo Federal, o órgão realiza uma série de ações visando aprimorar detecção, monitoramento e resposta a qualquer evento de saúde pública que possa ocorrer relacionado à Copa do Mundo, como reuniões, capacitações, publicações de normas técnicas e regulamentações e desenvolvimento de estratégias para o aprimoramento da comunicação e vigilância. 

A médica infectologista da Unifesp também é descrente em relação a um grande problema ligando a Mers à realização da Copa em nosso país, mas ressalta que cuidado e atenção são necessários.

“É claro que, com a questão da Copa, ficamos mais preocupados, mas isso talvez tivesse um maior significado se um número muito grande de pessoas da Arábia Saudita, por exemplo, ou de outros países mais afetados, viesse para o Brasil e, ainda, que parte delas estivesse doente. Acho difícil alguém viajar estando infectado pela Mers”, argumenta a médica infectologista Bellei. “Acho que o risco de transmissão em nosso país é bastante baixo, mas é maior durante a Copa”. 

Outro alerta que a médica dá é em relação aos cuidados com a saúde durante a Copa, que acontecerá em junho, período do ano em que muitas pessoas ficam doentes infectadas pelo vírus da gripe, que também causa tosse e mal-estar.

“Neste caso, se tivermos um doente com quadro mais grave, ele deverá ser internado e aí os médicos seguirão um procedimento de diagnóstico e tratamento – o que pode ser feito é o isolamento (mas isso já acontece com outras síndromes respiratórias), para que não haja falha de transmissão”, afirma.

O porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, lembrou que a prevenção e controle de infecção medidas são fundamentais para evitar a propagação de Mers-CoV em instalações de cuidados de saúde. E afirmou que a organização não faz atualmente a aplicação de quaisquer viagens ou restrições comerciais, nem indicação em aeroportos e locais públicos. "Não indicamos restrições de viagens, incluindo a próxima peregrinação à Meca na Arábia Saudita", disse. 

Mers não é Sars

No começo da descoberta da Mers-CoV, em 2012, – e mesmo hoje – algumas características semelhantes entre as duas síndromes confundiram não só leigos, mas também alguns profissionais de saúde.

Para começar, as duas infecções são causadas por coronavírus. Além disso, elas possuem taxa de mortalidade elevada, infectados com idade média entre 30 e 50 anos, as duas provocam problemas respiratórios, como pneumonia ou insuficiência respiratória – e necessidade de uso de aparelhos para respiração de pacientes graves.

Porém, de acordo com a infectologista, os vírus das duas síndromes não possuem proximidade genética e a Sars demonstrou ser muito mais transmissível entre humanos. A Síndrome Respiratória Aguda Grave – que se espalhou em maiores proporções – apresentou mais de 8 mil casos em seis meses; já a Mers tem um número inferior a 400 casos em menos de dois anos.

Por último, a Sars tinha origem em morcegos e vespas. No caso da Mers, foi apontado o camelo, mas ainda há estudos sobre isso.

Leia mais em: noticias.terra.com.br

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