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O plano de Marta Suplicy para aprovar o casamento gay e o PLC 122/2006


Marta Suplicy cautelosamente avança sua estratégia de manter os parlamentares religiosos, principalmente católicos e evangélicos, sem participar das votações no que se refere ao homossexualismo.
Suplicy aprovou na Comissão de Direitos Humanos do Senado, em um dia que tinha apenas dois senadores no Plenário da Comissão, o Projeto de Lei do Senado sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo. E pior! O texto foi aprovado mediante quorum na Comissão, ou seja, vários senadores assinaram a lista de presença, mas na hora da votação apenas dois estavam presentes no Plenário.

A estratégia da senadora Marta Suplicy surpreendeu os parlamentares, mas chama atenção para um grave erro, eles não conferem a agenda para conferir o que fará parte da pautas da casa. Além disso Marta pretende fazer com que o PLC 122 que tramita no Senado, seja aprovado da mesma forma. Ao pegar os representantes religiosos despreparados a senadora consegue, mesmo com uma minoria de votos, levar adiante o plano de aprovar leis que favoreçam os homossexuais.

No que concerne às modificações propostas para o Código Civil, contidas no art. 1º do projeto, pretende-se eliminar, no texto do art. 1.723, a restrição atualmente existente no sentido de que a união estável somente possa ser reconhecida se ocorrer entre o homem e a mulher, alterando a sua redação de modo a possibilitar esse reconhecimento desde que se dê entre duas pessoas, qualquer que seja o sexo delas.

O que mais chama a atenção é o voto do senador Roberto Requião, que quando era governador do Paraná, gostava de ir as igrejas para pedir apoio para sua candidatura. Para o senador “o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo encontra amparo no princípio constitucional da dignidade da pessoa humana”.

O outro voto é da senadora Lídice da Mata que elogia o Poder Executivo federal, por conferir “aos casais homoafetivos a mesma cobertura legal deferida aos heteroafetivos”.

Se os parlamentares evangélicos não se conscientizarem dos planos da ditadura gay para aprovar suas leis de privilégios, não levará muito tempo até que o PLC 122/2006 seja aprovado. A estratégia de Suplicy para aprovar o famigerado projeto é através de sua demora conseguir colocá-lo em julgamento no Supremo.

A realidade na situação atual sobre os debates que envolvem a ditadura LGBTs é preocupante, e isso, não simplesmente de forma pessimista, mas são os fatos que apontam para a realidade da situação. Cumpre a nós o papel de conscientizar os parlamentares das bancadas religiosas para que levem a sério o possível triunfo dos LGBTs e torcer para que esta conscientização se transforme em fatos.

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